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Abril - Maio - Junho - 2014
Ano XV - nº 60

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SESSÃO CLÍNICA
Esclerodermia

Trata-se de uma sessão clínica de discussão de caso de paciente com esclerose sistêmica apresentando fenômeno de Raynaud, dispnéia aos esforços e plenitude pós-prandial associados a pirose retroesternal. Durante a internação foram realizados exames complementares para melhor avaliação do caso.

RELATO DE CASO
Síndrome Carcinóide

Paciente de 40 anos, internada no dia 21/3/06 no Hospital Universitário Antonio Pedro (Huap), da Universidade Federal Fluminense, com suspeita diagnóstica de síndrome carcinóide feita pelo seu cardiologista, através do ecodoppler e refratariedade do tratamento para insuficiência cardíaca congestiva direita. Apresentava rubor facial associado ao estresse, diarréia e hepatomegalia pelos implantes tumorais secundários. O tumor primário não foi identificado após intensa investigação. Recebeu alta hospitalar para acompanhamento ambulatorial e estadiamento com cintilografia com I131, aguardando resultado da biópsia.

RELATO DE CASO
Doença Metastática Peniana por Carcinoma de Próstata

Os autores apresentam caso clínico de paciente portador de blastoma maligno de próstata que evoluiu, no curso de sua doença de base, com metástase peniana, confirmada por biópsia incisional e imunohistoquímia, para realizar a exclusão do principal diagnóstico diferencial com blastoma maligno de pênis, primário (mais concretamente, com carcinoma epidermóide de pênis). Em seguida, os autores realizam uma revisão bibliográfica sobre a terapêutica dessa intercorrência, incomum, de secundarismo.

O DESAFIO DA IMAGEM
Dispnéia sem Febre e Constipação Crônica

Este desafio da imagem se refere a um homem com 80 anos de idade, portador de doença de Parkinson, acometido de constipação intestinal crônica, que fazia uso freqüente de laxativos oleosos. Queixava-se de tosse e engasgos freqüentes, após o uso dos laxativos, tendo uma radiografia de tórax demonstrado presença de consolidações bilaterais.

SESSÃO CLÍNICA
Acidente de Mergulho

O mergulho é geralmente um esporte muito popular e seguro. É a atividade esportiva que mais cresce em número de praticantes em todo o mundo, com 2 mil novos mergulhadores a cada ano apenas nos EUA. Mas, apesar de suas regras intrínsecas e específicas e de medidas de segurança muito efetivas, mergulhar em certas circunstâncias pode levar a riscos consideráveis, podendo ocasionar perigo extremo e até a morte, como é o caso do mergulho em caverna. Este é considerado a mais perigosa e radical modalidade do esporte, e tem ocasionado a maioria dos eventos fatais de mergulho nos últimos anos. Ao mergulhar em cavernas inundadas profundas, os mergulhadores têm que atravessar pequenas passagens e buracos e respirar gases misturados artificialmente (cuja porcentagem varia de acordo com a profundidade), além de serem expostos à imersão em água muito fria, à visibilidade reduzida, e à dificuldade de orientação em escuridão completa. Este caso que vamos discutir demonstra muitos dos fatores e perigos que um mergulhador espeleólogo precisa estar apto a enfrentar para poder sobreviver à experiência.

A CONDUTA DO PROFESSOR
Prof. Antonio Alves do Couto

A conduta de um professor de Cardiologia na doença arterial coronariana quanto à colocação ou não de stents.

RELATO DE CASO
Pericardite e suas Complicações: Implicações Diagnósticas e Terapêuticas

Os autores relatam o caso de uma paciente de 36 anos que evoluiu da fase de pericardite aguda idiopática até a restrição diastólica inicial da pericardite constritiva.

RELATO DE CASO
Abscesso Hepático: Estudo Retrospectivo de Pacientes Tratados no Serviço de Cirurgia Hepato-Biliar do Hospital Geral de Bonsucesso

Nosso estudo é uma retrospectiva de oito pacientes internados no Serviço de Cirurgia Hepato-Biliar do Hospital Geral de Bonsucesso, entre janeiro de 2003 a outubro de 2005, com diagnóstico de abscesso hepático. O objetivo do estudo foi analisar a evolução do tratamento aplicado nesses pacientes. A média de idade dos pacientes foi de 46 anos, sendo 50% de cada sexo. Todos os pacientes receberam tratamento com antibióticos e realizaram drenagem percutânea. A comorbidade mais comum associada ao abscesso hepático, no estudo, foi a presença de patologia de vias biliares em 37,5% dos pacientes. O abscesso era predominantemente de lobo direito (37,5%), seguido do lobo esquerdo em 25%, e em ambos os lobos em 37,5%. O tempo de internação e completa resolução do abscesso, variou de seis a 57 dias. Seis pacientes receberam alta hospitalar com resolução do abscesso e dois pacientes morreram de causas não relacionadas diretamente ao abscesso. Neste estudo, concluímos que a antibioticoterapia associada à drenagem percutânea é um procedimento seguro e bem-sucedido para tratamento dos abscessos hepáticos.


 


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